segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Catecismo: um caminho sem volta


“Se depois de termos recebido e conhecido a verdade, nós a abandonarmos voluntariamente, já não nos resta um sacrifício para expirar este pecado; só teremos que esperar um juízo tremendo e o fogo ardente que há de devorar os rebeldes” (Hebreus, 10, 26 e 27).

O abandono da fé traz consequências seríssimas segundo São Paulo: “Porque àqueles que foram uma vez iluminados, que  provaram o dom celestial, que receberam a sua parte dos dons do Espírito Santo, que provaram também a doçura da palavra de Deus e experimentaram as maravilhas do mundo vindouro, e apesar disso caíram, é impossível que se renovem outra vez para a penitência, uma vez que assim crucificaram de novo o Filho de Deus em si mesmos e o expuseram publicamente ao ridículo. De fato, a terra que recebe chuvas frequentes e fornece ao agricultor boas searas, é abençoada por Deus. Mas, a que produz só espinhos e abrolhos, é reprovada, e está perto da maldição; seu fim é ser queimada”.
São Pedro, o primeiro Papa ratifica: “Assim, se, depois de terem fugido das corrupções do mundo pelo conhecimento de Jesus Cristo, Nosso Senhor e Salvador, por elas são novamente envolvidos e vencidos, o seu segundo estado tornou-se pior do que o primeiro. Melhor lhes era não conhecer o caminho da justiça, do que, depois de o terem conhecido, tornar para trás [afastando-se] daquele mandamento santo, que lhes foi dado. Desta forma, se realizou neles aquele provérbio verdadeiro: Voltou o cão ao seu vômito”; e: “A porca lavada tornou a revolver-se no lamaçal” (2 Pedro, 2, 20 a 22).
Essas passagens bíblicas afirmam que não é possível voltar atrás após iniciarmos na Verdade Católica. Não existe um desvio ou uma terceira via nesse caminho. Pela doutrina católica,  seguimos direcionados à eternidade. Qualquer desvio leva ao abismo. Não deveríamos crer em Deus se suas verdades não fossem absolutas. Seria perda de tempo. Então, virar as costas para a verdade estampada no Catecismo da Igreja Católica, após tocá-las com os nossos sentidos e retê-las por algum tempo em nossas memórias, é como gritar um sonoro não para Deus. Eis aqui um pecado contra o Espírito Santo que não tem perdão, ou seja, negar conscientemente a verdade revelada pelo Magistério da Igreja.
Hoje, a negação dessa verdade revelada raramente é expressa de forma explícita, mas quase sempre de uma forma sorrateira, semelhante a uma infiltração advinda de múltiplas interpretações teológicas que distorcem os ensinamentos da Igreja de Cristo e dos apóstolos. Teólogos modernistas, adoecidos pela mente revolucionária, contaminam dogmas pétreos com pensamentos relativistas, que usurpam do trono de Deus o fogo sagrado da sabedoria para se colocar ali as brasas dos desejos humanos. Estes desejos são os novos deuses, que se multiplicam em inúmeras atrações mundanas, que cobram cada vez mais adoradores. O prêmio é imediato, mas restrito, pois realiza apenas as satisfações terrenas. É imanente por natureza.
Nesse balé de ilusões furtivas e fugazes, o Absoluto, o Deus Transcendente é feito como um refém para respaldar ideologias humanas. Ele já não é bem-vindo na história, é permitido apenas dentro de uma fé individual, preso as concepções da moda. Ele tem que se adaptar ao homem e não o contrário. E nessa loucura de conceitos pagãos, inverte-se os papéis e julga-se o Onipotente, desautorizando-O em sua justiça, suportando apenas a sua misericórdia que deve ser aplicada conforme as expectativas dos homens. E neste frenesi de uma fé apenas sensorial, a eternidade só é concebível e desejada se for uma extensão dos nossos sonhos terrenos. Pobre homem próspero.   
O Catecismo da Igreja Católica é nesse instante o único antídoto para neutralizar este veneno do relativismo inoculado em grande parte dos fiéis católico. O contágio em massa aconteceu ao longo de várias gerações alimentadas por doutrinas mais sociológicas que espirituais.  O tratamento para recobrar a sanidade, através da Sã Doutrina, é individual e não se realiza sem dor. A verdade liberta, mas não é fácil. A vacina está ao seu alcance: basta abrir e ler com atenção este manual de capa amarela que nos preserva de tantos males na terra e na eternidade. Desconhecer a Doutrina do Catecismo da Igreja Católica por preguiça, ou negá-la em função de verdades relativas, onde os fins justificam os meios, ascendem aquele fogo que pode trazer transtornos eternos. E atenção: ao conhecer as páginas desse livro, jamais volte para vida que tinha antes.

segunda-feira, 21 de março de 2016

Ramos ou Cravos?



A liturgia do Domingo de Ramos divide a celebração em duas partes. Fora da Igreja, na leitura do primeiro Evangelho, representamos o povo que aclama Jesus no caminho de Betfagé à Jerusalém. Porém, no fim da procissão, ao entrarmos no Templo, passamos a representar aqueles que O crucificaram pela leitura do segundo evangelho do dia.

Infelizmente, todos nós vivemos também essa contradição em nossas vidas. Mas de que forma? É fácil identificarmos... Quando fazemos a vontade de Deus em nossas vidas, quando seguimos os mandamentos, quando amamos a Deus sobre todas as coisas e ao irmão como a a nós mesmos, assim, dessa forma, estamos com os ramos na mão glorificando ao Pai Celestial e o seu Filho Jesus na unidade do Espírito Santo. Dessa forma louvamos a Santíssima Trindade pela sua infinita bondade.

Mas todas as vezes que permitimos que o pecado faça parte das nossas vidas, trocamos os ramos pelos chicotes e cravos para maltratar, açoitar e crucificar Jesus. Quando  seguimos os valores corrompidos do mundo no lugar dos preceitos e da Verdade Católica, traímos Jesus como Judas traiu. Ao deixarmos de evangelizar, catequizar, principalmente as crianças, ou não participamos da Igreja, negamos  Jesus como Pedro negou. Ele o fez por três vezes. E nós? Quantas vezes negamos Jesus por dia?

Contudo , toda vez que acolhemos o irmão no seu sofrimento, participamos de sua vida com gestos de fraternidade, amor e compadecemos de suas misérias, somos como João aos pés da cruz, ao lado de Maria pela causa da Igreja que sofre pelo mundo. E não poderia me furtar de falar do tal pecado social que tantos teólogos trazem para as reflexões. Pois bem, se existe um pecado social gravíssimo, vejo-o na corrupção e nos desvios dos recursos deste país para o proveito próprio. Nesta semana, a população ficou estarrecida com as revelações diretas, claras e os áudios infames revelados pela Operação Lava Jato da Polícia Federal. 

É impressionante perceber pela boca de líderes, que sempre levantaram a bandeira da justiça social, a decadência e a decomposição avançada dos valores morais e éticos que deveriam nortear as suas ações. Os fariseus também usaram o povo para matar Jesus. Os fariseus de agora, donos do poder, usam o povo com o populismo para matar o Cristo, representado neste mesmo povo sofredor.

Jesus padece agora nos irmãos abandonados nos corredores dos hospitais sem atendimento, é ludibriado nas escolas sem infra-estrutura e repleta de educação ideológica que deturpa a alma de crianças e jovens. Está preso em depósitos desumanos sem nenhuma chance de recuperação. Sofre acidentes nas estradas que levam a vida de milhares. Fica sem o pão nosso de cada dia no desemprego criado por uma economia gerida de forma irresponsável. É alvejado na violência urbana que ceifa a vida de tantos outros. Com um discurso de suposta libertação, esses líderes maléficos não levantam ramos, mas empunham cravos e lanças que transpassam o coração do povo honesto brasileiro.

Mas a Semana Santa se abre outra vez como um ciclo fundamental da renovação da vida. Nesses dias especiais podemos angariar forças e enxergar lá na frente a nossa verdadeira páscoa. Passaremos sim pela cruz na sexta-feira, mas estaremos de pé mais uma vez na grande missa da ressurreição. Viveremos as dores de Maria, mas não a abandonaremos jamais aos pés da cruz. Contemplaremos as chagas do Senhor, certos de que elas nos remiram dos nossos pecados e nos reconciliaram com Deus. Ficaremos de olhos fixos no silencioso encontro de Jesus e Maria no caminho do Calvário. Derramaremos lágrimas por aquela troca de olhares que expressa a doação total de ambos para nos dar a vida eterna. A vida eterna que é o nosso penhor. A vida eterna que é a razão de todas as razões. Na quinta-feira, Jesus lava os pés do apóstolo e mostra o real sentido da vida cristã, institui o sacerdócio e a eucaristia, nosso alimento fundamental para a santificação.


Na Sexta-Feira da Paixão, relembramos que Jesus derramou o seu sangue por nós: na indizível dor, mostra o seu infinito amor. E no sábado cantamos aleluia na missa maior, da vitória e da ressurreição que ecoa pela páscoa que penetra todos os dias da vida litúrgica e santa da Igreja.  Não importam os verdugos, os que maltratam e difamam o povo de Deus. Sabemos que a vitória é sempre nossa, porque o Cristo ressuscitou.

domingo, 20 de março de 2016

O sacrifício Cristão

O sacrifício é um elemento essencial na estrutura existencial de toda religião e o que varia, de uma para outra, são o objeto e o ato sacrificial. Nas religiões primitivas, de inspiração cosmológica, o objeto sacrificial era o ser humano, escravo e vítima das forças cósmicas - relâmpagos, trovões, tempestades, secas, terremotos etc. – representadas pelos deuses pagãos. O ato sacrificial são as sangrentas imolações de seres humanos fartamente registradas na História da Antiguidade. Entre os casos mais cruéis e demoníacos está o culto a Molok, na região mesopotâmica, que exigia o sacrifício de crianças recém-nascidas. Do ponto de vista cristão, o culto a Molok permanece até hoje sob a forma do aborto provocado.

Um novo paradigma é inaugurado por Abraão através da revelação de um Deus Único e Desconhecido que estava acima de todas as forças cósmicas e não exigia sacrifícios humanos involuntários. A aliança selada por Abraão é um compromisso bilateral em que, de um lado, Deus promete sua proteção e dádivas absolutas ao “povo eleito” em troca de uma submissão voluntária à Vontade divina representada pela Lei codificada posteriormente por Moisés.
Em toda a narrativa do Velho Testamento está muito evidente a supremacia de Deus sobre todas as forças naturais e sociais que podiam ameaçar o povo de Israel. A própria origem da descendência de Abraão, patriarca do povo hebreu, foi um milagre. Naturalmente era impossível que um velho centenário (Genesis 21, 5) pudesse gerar um filho em uma mulher idosa e estéril. Entretanto assim nasceu Isaque, pai de Jacó a quem Deus deu o nome de Israel extensivo a todo o povo.

O episódio bíblico do sacrifício de Isaque é uma prefiguração ou uma primeira profecia do que viria a se dar com a Encarnação de Jesus Cristo. Deus ordena a Abraão que sacrifique seu único filho e, novamente, numa absoluta submissão à vontade divina, o velho patriarca se prepara para imolar o garoto até o último momento quando o golpe do cutelo é impedido por um anjo. Embora o ato sacrificial não tenha se realizado, Abraão provou a Deus que, pela sua fé, sacrificaria o único filho. E é em resposta a esse ato do patriarca que Deus sacrifica seu próprio Filho Jesus Cristo numa Nova Aliança que estende o compromisso feito a Israel para toda a humanidade e eleva a libertação física do povo conduzida por Moisés a um novo e sublime patamar: a libertação da alma do fiel da escravidão demoníaca do pecado.

No Velho Testamento o objeto de sacrifício é o povo eleito, mas o ato sacrificial não exige mais a violência do derramamento de sangue humano. No Judaísmo, o ato sacrificial consiste na submissão voluntária à Lei de Deus. Quando Israel se torna infiel, o castigo é a retirada parcial da proteção divina de modo que o povo se torna novamente vítima dos deuses cósmicos e de seus impérios pagãos. Isso está muito claro no Livro dos Reis, especialmente no capítulo 17 do segundo livro, de onde é possível destacar dois versículos esclarecedores.

“E rejeitaram os seus estatutos, e a sua aliança que fizera com seus pais, como também as suas advertências, com que protestara contra eles; e seguiram a vaidade, e tornaram-se vãos; como também seguiram as nações, que estavam ao redor deles, das quais o Senhor lhes tinha ordenado que não as imitassem.” 2 Reis 17:15

“Por isso o Senhor rejeitou a toda a descendência de Israel, e os oprimiu, e os deu nas mãos dos despojadores, até que os expulsou da sua presença.” 2 Reis 17:20

Por fim, na culminação da revelação divina à humanidade, a Encarnação, Vida, Paixão, Morte e Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo estabelece o mais “leve” tipo de sacrifício jamais visto. Ele mesmo o disse: “o meu jugo é suave e o meu fardo é leve” (Mateus, 11: 30). Agora, o objeto sacrificial é o próprio Filho de Deus, que entregou-se à morte fisicamente há dois mil anos e repete o mesmo sacrifício a cada momento em que se realiza o sacramento da Eucaristia. Por sua vez, o ato sacrificial que cabe ao homem é simplesmente o ato penitencial, outro sacramento, quando a alma penitente decide reconhecer sua fraqueza e iniquidade e compromete-se a aceitar a ajuda divina contra o pai de toda escravidão o diabo.

Pelo sacrifício da cruz todos estamos salvos, desde que sejamos capazes de, voluntariamente, sacrificar o nosso orgulho, aquele mesmo orgulho que fez Lúcifer negar-se a servir a Deus e que a serpente, o diabo, usou para enganar nossos pais Adão e Eva, expulsando-nos da presença divina. E só em Cristo podemos recuperar esse estado de Graça pagando tão pouco.

“Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim.” João 14:6.

quarta-feira, 9 de março de 2016

A Oração e a Cruz

O homem quando alcança um grau profundo de oração, separa-se das necessidades do corpo e do mundo físicos. Às vezes até escapa das leis do mundo físico, como Santa Tereza de Jesus ou Tereza D’Ávila em seus êxtases místicos coroados com levitações. O que, aliás, nada era diante de Nosso Senhor Jesus Cristo, a quem Tereza chamava por Sua Majestade, que andou sobre as águas, transfigurou-se em luz resplandescente, ressuscitou dos mortos e ascendeu aos céus. Tudo isso por Amor à Humanidade.

Essa compreensão do Amor Absoluto de Deus Criador por sua criatura humana é a própria experiência religiosa da comunhão do homem com a Divindade. Ao fazê-lo, o indivíduo imerge no mundo espiritual liberto das amarras temporais, espaciais e causais que, em suma, são os principais atributos possíveis de Deus: Eternidade – a simultaneidade de todos os momentos; Infinitude – a totalidade do espaço concentrada em um ponto; Onipotência – Causa das causas.

Portanto, o ato de abdicar dessa experiência voluntariamente e voltar para a materialidade real do mundo e da sociedade humana com suas leis inflexíveis e injustas é simbolizado pela cruz. 

Por isso a Cruz é a marca do bom cristão.

segunda-feira, 24 de junho de 2013

São João Batista: o precursor de Jesus



 “Eu não sou aquele que vós pensais, mas após mim virá aquele de quem não sou digno de desatar o calçado”. Neste dia de São João Batista fica a pergunta para todos nós: se o santo não é digno de desatar as sandálias de Jesus, eu sou digno para quê? A resposta é óbvia: não sou digno para nada. Em tudo sou dependente e eterno devedor de Cristo. Se tenho alguma coisa a oferecer a Ele, são os meus pecados que precisam de ser lavados todos os dias pelo seu sangue. A misericórdia, o amor, a generosidade, a bondade, a mansidão e todas as outras virtudes que, por ventura, possam transparecer em mim, não me pertencem, na verdade é o próprio Jesus na sua infinita misericórdia que se dignou a vivê-las neste poço de misérias. Jesus, quero todos dias endireitar as minhas veredas pela mensagem de conversão proclamada pelo seu primo João Batista. Só isto importa.  

terça-feira, 11 de junho de 2013

Santos verdadeiros


"Portanto, também entre santos existem contrastes, discórdias, controvérsias. E isto parece-me muito confortador, porque vemos que os santos não "caíram do céu". São homens como nós, com problemas também complicados. A santidade não consiste em nunca ter errado ou pecado. A santidade cresce na capacidade de conversão, de arrependimento, de disponibilidade para recomeçar, e sobretudo na capacidade de reconciliação e de perdão" 
Bento XVI

quarta-feira, 29 de maio de 2013

"Anunciar Jesus não é fazer carreira"



Cidade do Vaticano (RV) - “O ‘anúncio’ de Jesus não é uma pátina de verniz, mas entra no coração e nos transforma” – disse o Papa Francisco na missa desta manhã, na Casa Santa Marta. E reiterou que seguir Jesus não confere maior poder, porque o Seu caminho é o da Cruz.

O caminho do Senhor, continuou, “é o do rebaixamento, e este é a razão pela qual sempre há dificuldades e perseguições”. Francisco advertiu que “quando um cristão não encontra dificuldades na vida - achando que tudo está indo bem, que tudo é lindo – significa que alguma coisa está errada”.

O Papa desenvolveu sua homilia partindo da pergunta que Pedro faz a Jesus e que, no fundo, se refere à vida de todo cristão. E Jesus responde que aqueles que o seguirem terão “muitas coisas boas”, mas sofrerão “perseguição”, o que ele explicou da seguinte maneira:

“Quem acompanha Jesus como um ‘projeto cultural’, usa esta estrada para subir na vida, para ter mais poder. E a história da Igreja tem muito disso, começando por certos imperadores, governantes... e também alguns - não muitos, mas alguns - padres e bispos, né? Alguns deles pensam que seguir Jesus é fazer carreira...”.

O Papa lembrou que tempos atrás, se dizia: “aquele menino quer fazer a carreira eclesiástica”; e ainda hoje, muitos cristãos pensam que seguir Jesus é bom porque se pode fazer carreira!. “O cristão, porém, segue Jesus por amor”. Outra tendência do espírito ‘mundano’, disse, é a de não tolerar o testemunho:

“Pensem em Madre Teresa: dizem que era uma bela mulher, que fez muito pelos outros, mas o espírito ‘mundano’ nunca disse que a Beata Teresa, todos os dias, por horas, fazia adoração... Costuma-se reduzir a atividade cristã ao bem social, como se a existência cristã fosse um verniz, uma pátina de cristianismo. O anúncio não é uma pátina: vai aos ossos, ao coração, dentro de nós e nos transforma. Isso o espírito ‘mundano’ não tolera e aí acontecem as perseguições”.

Terminando, o Papa pediu a graça de seguirmos Jesus no caminho que Ele nos ensinou, mesmo que o espírito ‘mundano’ nos faça sofrer, porque o Senhor nunca nos deixa sozinhos.
(CM)

Texto proveniente da página http://pt.radiovaticana.va/news/2013/05/28/francisco_na_missa_da_manh%C3%A3:_anunciar_jesus_n%C3%A3o_%C3%A9_fazer_carreira/bra-696131
do site da Rádio Vaticano