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Vocação Religiosa

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A vocação religiosa é um chamado a uma vivência radical do batismo.  É caracterizada por um constante combate contra a idolatria, especialmente através da vivência dos votos de pobreza, castidade e obediência.  Porém, a vida religiosa entra em crise quando deixa de lado a vivência dessa vocação primeira, a radicalidade do batismo, para afirmar somente as suas atividades práticas. Quando deixa de lado a vivência de sua consagração, o religioso, pouco a pouco, se afasta de seu chamado. Veja video na íntegra: http://padrepauloricardo.org/episodios/vocacao-religiosa

A armadilha para o celibato dos padres

O sacerdócio católico vive um processo de metamorfose não só no Brasil, mas, no mundo todo. Cada vez mais os sacerdotes são levados a agir como leigos, deixando de lado as práticas de ascese e oração que são a base para bem viver o celibato. A alegação é de que celibato não é mais possível nos tempos atuais e que se trata de algo impossível de se vivenciar. É um engano demoníaco e mais uma manobra para a protestantização da Igreja Católica, pois, o novo modelo de sacerdote proposto nada mais é que uma cópia do pastor protestante. Este sim um funcionário do povo, cuja vida não se distingue em nada da vida dos seus fiéis. O que se vê, então, é a velha heresia protestante sendo colocada em prática novamente. O Catecismo da Igreja Católica é bem claro ao diferenciar o sacerdócio ministerial do sacerdócio comum dos fiéis. Leia na íntegra , assista o vídeo ou ouça o áudio no site: http://padrepauloricardo.org/episodios/a-armadilha-para-o-celibato-dos-padres--2

O que é o Magistério?

Sentado numa barca se encontrava o Divino-Mestre ensinando à multidão que, às margens do lago, escutava a serena e encantadora tonalidade da voz de Deus. Ali ensinava Ele por meio de muitas parábolas, entre elas a do semeador. "Disse Ele: Um semeador saiu a semear. E, semeando, parte da semente caiu ao longo do caminho; os pássaros vieram e a comeram. Outra parte caiu em solo pedregoso, onde não havia muita terra, e nasceu logo, porque a terra era pouco profunda. Logo, porém, que o sol nasceu, queimou-se, por falta de raízes. Outras sementes caíram entre os espinhos: os espinhos cresceram e as sufocaram. Outras, enfim, caíram em terra boa: deram frutos, cem por um, sessenta por um, trinta por um" (Mt 13, 4-8). O que simboliza essa semente? A Palavra de Deus (cf. Mt 13, 19), seja ela contida na Sagrada Escritura ou na Sagrada Tradição. Entretanto, será que Deus deixaria sua Palavra Eterna e Imutável, à mercê do Maligno - como alude essa parábola - ou abandoná-la-ia num so...

O que é um pecado mortal?

Padre Paulo Ricardo explica os três pontos que constituem um pecado mortal e os perigos do pecado venial. Assista:  http://padrepauloricardo.org/episodios/o-que-e-um-pecado-mortal

A caridade

A caridade é paciente, é benigna; não é invejosa, não é vaidosa, não se ensoberbece; não faz nada de inconveniente, não é interesseira, não se encoleriza, não guarda rancor; não se alegra com a iniquidade, mas regozija-se com a verdade. Suporta tudo, crê tudo, espera tudo, desculpa tudo. (1Cor 13, 4-7)

Escravos do pecado

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O Catecismo da Igreja Católica (CIC) nos mostra toda a gravidade do pecado: "Aos olhos da fé, nenhum mal é mais grave do que o pecado e nada tem consequências piores para os próprios pecadores, para a Igreja e para o mundo inteiro" (§ 1488).São palavras fortíssimas, pois mostram que não há nada pior do que o pecado. Por outro lado, o Catecismo afirma que ele é uma realidade: "O pecado está presente na história dos homens: seria inútil tentar ignorá-lo ou dar a esta realidade obscura outros nomes" (CIC, §386).Deus disse a Santa Catarina de Sena, em 'O Diálogo':"O pecado priva o homem de Mim, Sumo Bem, ao tirar-lhe a graça". São Paulo, numa frase lapidar, explica toda a hediondez do pecado e razão de todos os sofrimentos deste mundo: "O salário do pecado é a morte" (Rom 6,23).Tudo o que há de mal na história do homem e do mundo é consequência do pecado que começou com Adão. "Por meio de um só homem, o pecado entrou no mun...

A Devoção Mariana e o Culto das Imagens - Papa João Paulo II

Esta Instrução foi proferida pelo papa João Paulo II na Audiência geral de 29 de outubro de 1998. Por sua importância a transcrevemos aqui. Depois de ter justificado doutrinalmente o culto da Bem-Aventurada Virgem, o Concílio Vaticano II exorta todos os fiéis a tornarem-se os seus promotores: "Muito de caso pensado ensina o sagrado Concílio esta doutrina católica, e ao mesmo tempo recomenda a todos os filhos da Igreja que fomentem generosamente o culto da Santíssima Virgem, sobretudo o culto litúrgico, que tenham grande estima às práticas e exercícios de piedade para com ela, aprovados no decorrer dos séculos pelo Magistério". Com esta última afirmação os Padres conciliares, sem chegar a determinações particulares, queriam reafirmar a validade de algumas orações como o Rosário e o Angelus, caras à tradição do povo cristão e frequentemente encorajadas pelos Sumos Pontífices, como meios eficazes para alimentar a vida de fé e a devoção à Virgem. O texto conciliar prossegue...